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Frequentemente encontramos nas redes de esgoto a formação de zonas de estagnação, ou seja, fermentação séptica dos efluentes, com consequências graves:
A produção de H2S deve ser evitada, quando da concepção do projeto do sistema de esgoto. É necessário se assegurar da boa resistência da parede interna da canalização devido a ação corrosiva (que pode ser sazonal ou permanente), face aos riscos de fermentação séptica. O primeiro cuidado é otimizar a concepção e o funcionamento da rede, isto pode ser obtido através de soluções preventivas:
Nos casos em que o H2S04 é formado, o revestimento interno de cimento aluminoso apresenta grande resistência à corrosão, preservando a integridade da rede. |
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Veja a seguir: |
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CAPACIDADE HIDRÁULICA
A determinação correta dos diâmetros e declividades da rede a partir das vazões de pico veiculadas propiciam um bom funcionamento da rede durante muito tempo (ausência de depósitos e perdas de carga). Há sempre um questionamento sobre o valor da rugosidade a se considerar nos cálculos. Na prática, a influência deste coeficiente é superestimada em relação a outros parâmetros, como: o diâmetro interno real, defeitos de alinhamento, alteração da declividade, cuja evolução a curto prazo compromete o escoamento. O SISTEMA INTEGRAL é caracterizado do ponto de vista hidráulico por:
Partindo destas qualidades, é possível adotar com total segurança para escoamento livre, o coeficiente K=105 da fórmula de Manning Strickler (fator de rugosidade).
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| No caso de linhas pressurizadas, a estimativa das perdas de carga, se faz necessária para um correto dimensionamento das bombas e definições de características como DN, PN, etc. Uma estimativa errada de perdas de carga e sua evolução durante o funcionamento da rede, conduzem a gastos de energia de bombeamento elevados ou até mesmo a uma especificação equivocada da potência da bomba. A fórmula de Darcy é a fórmula geral para o cálculo das perdas de carga:
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onde:
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| Para a fórmula de Colebrook-White hoje universalmente utilizada para determinar o coeficiente de atrito , a Saint-Gobain Canalização
recomenda a utilização de k (fator de rugosidade equivalente) como k=0,1
mm.
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onde: Re = VD ÷
Além da baixa rugosidade do revestimento interno dos tubos, a capacidade hidráulica do SISTEMA INTEGRAL é ainda assegurada por outros fatores:
ABRASÃO
RESISTÊNCIA
QUÍMICA |
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